TIPOS DE SUBSTRATOS NA GERMINAÇÃO E NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DA PINHA - DOI: 10.7127/rbai.v13n6001144

Cicero de Lima Almeida, Joilson Silva Lima, James do Nascimento Costa, Pedro Oliveira Filho, Manoel Valnir Júnior, Dimitri Matos Silva

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a germinação e o desenvolvimento inicial da pinha (Annona squamosa L.), semeada em diferentes substratos. O experimento foi conduzido em telado agrícola (sombrite 50%) pertencente ao Instituto Federal do Ceará/Campus Sobral, no período de outubro a dezembro de 2018. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com cinco tratamentos [T1 - fibra de coco (FC); T2 – fibra de coco + esterco caprino (FC + EC); T3 – esterco caprino (EC); T4 – esterco caprino + solo (EC + S); e T5 - solo (So)], com quatro repetições, sendo 32 sementes por repetição. Aos 50 dias após a semeadura foram avaliados o percentual de germinação (G, %), a altura das plântulas (H, cm), o número de folhas (NF, unid), o diâmetro do caule (DC, mm), a massa fresca da parte aérea (MFA, g planta-1), a massa fresca total (MFT, g planta-1), a massa seca da parte aérea (MSA, g planta-1), a massa seca total (MST, g planta-1), a porcentagem de massa seca (PMS, %) e a porcentagem da massa da raiz na planta (PR, %). O substrato composto por fibra de coco e esterco caprino (1:1), é o mais indicado para a produção de mudas de pinha, por proporcionar melhor desenvolvimento inicial associado à boa percentagem de germinação. O substrato composto apenas por solo retarda a germinação das plântulas e proporciona menor desempenho para o desenvolvimento inicial de mudas de pinha, sendo recomendado seu uso misturado com outros materiais.


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Revista Brasileira de Agricultura Irrigada - RBAI

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