ÁGUA SALINA E FORMAS DE ADUBAÇÃO NA CULTURA DA ABOBRINHA - DOI: 10.7127/rbai.v13n6001160

Francisco Hermeson Rodrigues Costa, José Marcelo da Silva Guilherme, Andreza da Silva Barbosa, Juvenaldo Florentino Canjá, Márcio Henrique da Costa Freire, Geocleber Gomes de Sousa

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da irrigação com água salina sob diferentes formas de adubação nas trocas gasosas da cultura da abobrinha. O experimento foi realizado na área experimental da Unidade de Produção de Mudas Auroras (UPMA), na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), Redenção, Ceará. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 2 x 3, com 4 repetições. O fator 1 corresponde a dois níveis de condutividade elétrica (A1 - água de abastecimento 0,8 dS m-1 e A2 - solução salina de 2,5 dS m-1); e o fator 2 corresponde a três formas de adubação: T1= adubação com cinza vegetal (100%); T2= adubação mineral com NPK (100% da dose recomendada); T3= controle (sem adubação). Aos 26 dias após o transplantio (DAT), foram analisadas as seguintes variáveis: fotossíntese (A), transpiração (E), condutância estomática (gs) e o índice clorofila (SPAD). A abobrinha irrigada com água de (0,8 dS m-1) alinhado à adubação com Cinza vegetal, mostrou-se superior as demais adubações, para as variáveis fotossíntese, transpiração e a condutância estomática. A forma de adubação com NPK foi a mais eficiente para o índice de clorofila irrigado com água de baixa salinidade.


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